segunda-feira, 17 de maio de 2010
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
Tutora Giovanna Rodrigues

É com imenso prazer que posso hoje, te agradecer por tudo que fez por nós durante todo o Módulo de Acolhimento.
Foram dias e dias nos orientando, ajudando e parabenizando por nossos trabalhos.
Você foi com certeza a pessoa mais importante desse primeiro momento e permanecerá em nossos corações por toda a vida...
Aprendi muito com vc...
Aprendemos muito com vc...
Que tudo o que fez por nós, com amor e dedicação singular, seja revertido em bençãos, saúde, felicidade, sucesso e tudo mais que há de melhor no mundo...
Feliz Natal e Próspero Ano Novo....
Bjssssss
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
| Nada me pareceu difícil, nem descontextualizado! Tudo foi importante e pertinente. A facilidade de comunicação foi excelente. O balanço final que faço é bastante positivo e tudo o que fizemos durante a unidade curricular foi importante para o nosso desenvolvimento pessoal e profissional. Adorei e tenciono integrar nas minhas práticas letivas muitas das coisas que abordamos neste módulo. |
Teste: você tem o perfil do aluno da Educação a distância?
http://revistaescola.abril.com.br/formacao/formacao-inicial/teste-voce-tem-perfil-aluno-educacao-distancia-512197.shtml
Sucesso no teste!!!
Edna
Homenagem da colega de grupo Jaqueline a todos nós do Grupo 5
Árvore de Natal
Quisera
Senhor, neste Natal,
armar uma árvore e nela
pendurar, em vez de bolas,
os nomes de todos os meus amigos.
Os amigos de longe, de perto. Os antigos
e os mais recentes. Os que vejo a cada dia e os
que raramente encontro. Os sempre lembrados e
os que às vezes ficam esquecidos. Os constantes e os
intermitentes. Das horas difíceis e os das horas alegres.
Os que, sem querer, eu magoei, ou sem querer me magoaram.
Aqueles a quem conheço profundamente e aqueles de quem conheço
apenas a aparência. Os que pouco me devem e aqueles a quem muito devo.
Meus amigos humildes e meus amigos importantes. Os nomes de todos os que já;
passaram pela minha vida. Uma árvore de raízes muito profundas para que seus nomes
nunca sejam arrancados do meu coração. De ramos muito extensos para que novos nomes vindos
de todas as partes venham juntar-se aos existentes. Uma árvore de sombras muito agradáveis para
que nossa amizade,
seja um momento de
repouso nas lutas da vida.
Que o Natal esteja vivo em cada dia do Ano que
se inicia para que possamos juntos viver o Amor !!!
A importância da auto-avaliação
É preciso que de tempo em tempo nos auto-avaliemos. E, ao fazê-lo é de suma importância não querer ludibriar a nós mesmos. Sejamos sinceros. Sempre imagino como gasta dinheiro inutilmente, aquele que vai ao psicólogo e fica colocando a culpa dos próprios fracassos naqueles que fazem parte do seu cotidiano. Daí a grande importância em reconhecer méritos tanto no sucesso como na derrota. Tudo é consequência. Nos conhecendo melhor, poderemos direcionar com mais convicção nosso caminho.
A auto-avaliação é fundamental para que os estudantes possam assumir a responsabilidade pela sua própria aprendizagem e desenvolvimento, proporcionando uma oportunidade de reflectir (e intervir) sobre o seu próprio nível de confiança e competência pessoal na transição e adaptação continuada face ao ensino superior.
É importante identificarmos e avaliarmos as nossas competências por forma a definirmos onde devem incidir os nossos esforços de melhoria continua e qual o percurso a seguir.
Neste sentido o primeiro passo é um exercício de auto-avaliação baseado no tipo de competências que deverão ser desenvolvidas ao longo da licenciatura. Muitas dessas competências poderão já estar desenvolvidas e este exercício permitirá identificá-las. Para isso, pense em coisas que conseguiu e capacidades que adquiriu (em diferentes contextos da sua vida escolar, pessoal e social), outras competências poderão ter que ser desenvolvidas constituindo objectivos pessoais de aprendizagem.
Saber mais sobre si próprio faz parte da sua experiência na universidade. É importante ter consciência dos seus pontos fortes para decidir como conduzir o seu percurso académico e profissional. Estará assim mais preparado para enfrentar os desafios que se coloquem e atingir os seus objectivos.
Estas práticas de auto-avaliação traduzem-se também em competências de auto-conhecimento, de aprendizagem ao longo da vida e de gestão pessoal e da carreira que constituem ingredientes-chave na actual Sociedade do Conhecimento.
EAD
Sugestão de vídeo:
Hipertexto: Breve descrição
O que são mapas conceituais?
O CMap Tools é um exemplo de um software de mapeamento de conceitos que foi desenvolvido pelo IHMC-Institute for Human and Machine Cognition da University of West Florida e pode ser obtido gratuitamente em http://cmap.ihmc.us/conceptmap.html
Aprofundamento
Para Ausubel, a aprendizagem significativa é um processo pelo qual uma nova informação se relaciona com um aspecto relevante da estrutura de conhecimento do indivíduo. A aprendizagem significativa ocorre quando a nova informação se vincula a conceitos relevantes preexistentes na estrutura cognitiva de quem aprende. Ausubel vê o armazenamento de informações no cérebro humano como sendo altamente organizado, formando uma hierarquia conceitual na qual elementos mais específicos de conhecimento são ligados a conceitos mais gerais, mais inclusivos. A Estrutura cognitiva significa, é portanto, uma estrutura hierárquica de conceitos que são abstracções da experiência do indivíduo (MOREIRA, 1982).
A partir da Teoria de Aprendizagem Significativa de David Ausubel, Joseph Novak desenvolveu os Mapas Conceituais, que têm por objectivo representar as relações significativas entre conceitos na forma de proposições (SALVADOR, 2000). Esse instrumento dirige a atenção do aprendiz e do professor sobre o reduzido número de ideias importantes nas quais devem concentrar-se em qualquer tarefa específica de aprendizagem.
Os mapas conceituais são instrumentos de grande potencial, uma vez que permitem auxiliar a captação do significado de temas que dominamos, permitindo descobrir novas concepções, relações ou interpretações acerca de um conceito. Devem ser hierárquicos, com os conceitos mais gerais situados em sua parte superior e os mais específicos e menos inclusivos na parte inferior.
A construção de mapas de conceitos é uma técnica que permite exteriorizar novas relações entre conceitos, especialmente quando se busca construir relacionamentos proposicionais entre conceitos que não foram previamente reconhecidos como sendo relacionados.
Quando construímos um mapa identificamos primeiramente os conceitos que consideramos importantes, independente da ordem em que eles foram estudados ou que aparecem num texto, que é um processo mais natural do que se pensar num texto que exige um formalismo e uma expressão sequencial de ideias. Após esse reflexão sobre os conceitos, basta materializar as ligações que vemos sobre esses conceitos, na forma de links entre eles. Depois disso, deve-se observar o mapa e fazer as devidas modificações, que reflectem as constantes mudanças que ocorrem na nossa estrutura cognitiva, de acordo com a evolução do nosso conhecimento.
Aplicações em Investigação em Educação
A utilização deste tipo de esquemas pode ser aproveitada nas várias fases dum processo de investigação.
A organização das ideias nas etapas iniciais é fundamental e a técnica sugerida consiste em começarmos a lançar os principais elementos que desejamos relacionar e irmos fazendo as ligações relevantes para o contexto considerado, gerando assim um mapa. A partir daí, fica mais fácil produzir um texto.
O principal objectivo do uso de mapas no inicio da investigação é o de avaliar o que já se sabe, a partir das construções conceituais que se conseguem criar, isto é, com a estruturação, hierarquização, diferenciação, relacionamento, discriminação e integração dos conceitos de uma dada amostra em observação.
Num trabalho de investigação cooperativo esta metodologia pode permitir um melhor entendimento sobre as contribuições individuais e colectivas, aumentando a produtividade e efectividade do trabalho.
Neste formato podemos também produzir tutoriais ou artigos com hiperligações para questionários para divulgação na internet.
No caso de uma apresentação ou discurso, se não for obrigatório, nem precisamos redigir um texto, basta navegar no mapa.
Vantagens e Inconvenientes
Para elaborar uma síntese, o uso de mapas conceituais possui algumas vantagens em relação ao uso do texto clássico. É uma ferramenta que para além de permitir relacionar conteúdos envolvidos num ambiente de investigação permite, associar os nós de um mapa a um sistema de indexação de conteúdo, onde ao invés de associar determinados documentos aos nós, pode-se associar uma máquina de busca, baseada em conceitos, que encontre todos os documentos da colecção disponível que estejam associados ao conceito representado pelo nó.
Desta forma, o mapa conceitual pode servir como um grande indexador de conteúdos. Esta é uma ferramenta cujo uso traz significativas contribuições no contexto da investigação. Isso se dá pelo fato de que, numa comunidade virtual suportada por estes ambientes, formam-se grupos que possuem a sua própria colecção de documentos.
O objectivo é que essa busca seja feita na colecção total de documentos, ou seja, da grande comunidade virtual de investigação. Isto evita que um grupo fique limitado apenas à sua colecção de documentos, deixando de aceder a informações que podem ser importantes.
Esta ferramenta também tem vantagens na revisão bibliográfica, pois esta pressupõe a leitura, análise e o devido registro das anotações mais importantes relacionadas aos documentos revisados. Os mapas conceituais, como organizadores de conhecimento, podem ser usados para representar o conhecimento de uma pessoa sobre um determinado assunto. Com base nessa possibilidade e na existência de ferramentas para a construção de mapas, podem-se usar os mapas como uma ferramenta de apoio à investigação, para representar os conceitos importantes sobre um determinado artigo ou texto.
Como desvantagem surge-me o fato de, ao não se elaborar um texto explicito poder dar mais possibilidade de interpretações e ilações errôneas.
Postado por Jaqueline de Fátima Batista Guimarães
"Eu vim para que todos tenham vida, vida em plenitude."
depositamos diante de
Tua manjedoura
todos os sonhos, todas as lágrimas
e esperanças contidos em nossos corações.
Pedimos por aqueles que choram
sem ter quem lhes enxugue uma lágrima.
Por aqueles que gemem
sem ter quem escute seu clamor.
Suplicamos por aqueles que Te buscam
sem saber ao certo onde Te encontrar.
Para tantos que gritam paz,
quando nada mais podem gritar.
Abençoa, Jesus- Menino,
cada pessoa do planeta Terra,
colocando em seu coração
um pouco da luz eterna que vieste acender
na noite escura de nossa fé.
Fica conosco, Senhor!
Assim seja!
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Mini Glossário - Termos Educacionais
| Termo | Definição | Sinônimo |
|---|---|---|
| | ||
| Administrador | Participante facilitador da integração instrutor / curso / aprendiz, que cuida de aspectos essencialmente operacionais: manutenção de catálogos, autorização de novos cursos, admissão de aprendizes em cursos, inscrição de autores e cadastro de instrutores | |
| Anotação | Conteúdo agregado a um documento, embora não faça parte do documento. Tem uma fronteira definida e resulta de algum esforço cognitivo do leitor | |
| Aprendiz | Participante com acesso controlado ao material disponível em um ou mais cursos. Ele estuda unidade(s) de estudo, coloca dúvidas referentes a esta(s) unidade(s), resolve ou consulta outras dúvidas já manifestadas, anota no seu ``caderno`` particular, realiza avaliações, conclui tópicos e pode ver suas próprias notas de avaliações e os gabaritos dos testes. Caso o curso considere trabalhos em grupo, recursos para colaboração entre aprendizes deverão ser oferecidos; neste caso, o aprendiz recebe uma nota, atribuída manualmente pelo instrutor, conforme a qualidade de sua participação | Aluno, estudante |
| Assunto | Identifica uma área delimitada do conhecimento. É um tema definido pelo autor para um material, tópico, ou avaliação | |
| Autor | Participante detentor do conhecimento, um especialista em artes gráficas ou um programador responsável pela criação do material básico de um curso. Apenas o autor tem o privilégio de atualizar o conteúdo básico do curso; para tanto, pode usar comentários recebidos de outros autores e, em particular, de instrutores, auxiliares didáticos e eventualmente aprendizes | Projetista |
| Auxiliar didático | Participante que auxilia os instrutores a administrar os aprendizes e suas notas. Ele pode também criar, alterar ou excluir aprendizes do curso. Ele tem acesso às dúvidas dos aprendizes e pode responder à maior parte delas sem recorrer aos instrutores | Assistente, Monitor |
| Avaliação | Compreende os diferentes tipos de elementos que podem ser utilizados para obter um indicador do conhecimento adquirido pelo aprendiz durante o curso, bem como para descobrir quanto o curso ajudou os aprendizes no processo de aprendizagem | |
| Avaliação formativa | Tipo de avaliação com perguntas e feedback imediato para as respostas, ensinando conforme corrige. Consiste em um sistema de controle de qualidade pelo qual pode ser avaliada, em certa etapa do processo ensino-aprendizagem, a efetividade ou não do processo; caso negativo, determina-se quais mudanças precisam ser feitas para assegurar sua efetividade antes que seja tarde. É um processo sistemático e contínuo | |
| Avaliação somativa | Tipo de avaliação com perguntas e atribuição de pontuação, para fins de avaliação do aprendiz | |
| Aviso | Informação adicional ao aprendiz; por exemplo, cálculo da média e horário de atendimento | |
| Cenário | Uma seqüência de eventos que ocorre durante uma execução particular de um sistema | |
| Configuração de avaliação | Define qual avaliação deve ser considerada para determinado aprendiz com determinada unidade de estudo | |
| Conteúdo | Arquivo com algum tipo de mídia (texto, som, vídeo, imagem), que é utilizado para compor um tópico ou um tipo de avaliação | |
| Contexto | Conjunto de informações organizado de uma forma bem determinada e caracterizando um certo objeto em face a um processo que atua sobre esse objeto | |
| Curso | Uma unidade completa de instrução projetada para ser utilizada por um ou mais aprendizes. Ele fornece o conhecimento ou habilidades necessárias para adquirir a competência em um assunto ou o desempenho de um grupo de tarefas relacionadas. Contém unidades de estudo e avaliações | |
| Descrição | Descrição textual do conteúdo de um tópico | |
| Dúvida | Anotação utilizada pelo aprendiz para solicitar esclarecimento sobre qualquer componente de uma unidade de estudo | |
| Esclarecimento | Resposta à dúvida de um aprendiz, que pode ter sido fornecida pelo instrutor, por outro aprendiz ou pelo auxiliar didático | |
| Exercício | Avaliação formativa relacionada a um conjunto de tópicos. Sua função é conectar diferentes tópicos, o que faz dos exercícios tarefas mais complexas que os testes. É apresentado ao aprendiz quando este conclui uma unidade de estudo | Tarefa |
| Gabarito | Respostas corretas de uma avaliação | |
| Grau de conhecimento | Atributo de perfil que serve para medir o progresso de um aprendiz | |
| Instrutor | Participante responsável pelo oferecimento do curso usando o material básico criado por autores. Pode criar complementos locais ao material básico, tais como: lista de exercícios, descrição de recursos para apoio disponíveis localmente e sugestão de projeto a desenvolver com estes recursos. Deve supervisionar os auxiliares didáticos, podendo nesta tarefa analisar e responder dúvidas de aprendizes. A partir da análise de dúvidas e das anotações dos aprendizes sobre as unidades de estudo, um instrutor pode criar revisões do complemento local ou gerar comentários para os autores. É também responsável pela avaliação ou acompanhamento de desempenho dos aprendizes. Pode assumir também por vezes o papel de orientador (ao verificar nas interações pessoais se o trabalho dos aprendizes caminha em direções aceitáveis) e de mediador (ao auxiliar no esclarecimento de problemas aos quais os aprendizes não conseguiram atingir um consenso) | Professor |
| Material | Grafo orientado de tópicos; para algumas posições, estão sugeridos exercícios | |
| Meta | O fim para o qual se dirige algum esforço | |
| Modelo | Resultado do uso de regras para organização de dados que, em geral, é apresentado graficamente representando vários aspectos de categorias de elementos e seus relacionamentos | |
| Nota | Pontuação que indica o percentual de acertos em uma prova | |
| Objetivo de aprendizagem | Uma descrição de uma meta de treinamento ou de aprendizagem em termos de conhecimento, habilidades ou desempenho. Objetivos de aprendizagem podem ser associados com uma ou mais unidades de estudo. Na prática, consiste em um conjunto de assuntos de interesse definido pelo aprendiz | |
| Perfil | Descrição das habilidades atuais de um aprendiz, que registra os tópicos já estudados por ele e as notas recebidas por ele em avaliações | |
| Prova | Avaliação somativa que permite qualificar o desempenho do aprendiz em determinado tópico | Exame |
| Questão | Trabalho escolar cujo fim é verificar o aprendizado do aprendiz em determinado tópico, podendo conter sugestões para sua resolução. Os tipos mais comuns de questões são: dissertativa, verdadeiro ou falso, múltipla escolha, baseado em fórmula, resposta curta, relacionamento entre duas colunas e preenchimento de lacunas | Interrogação, pergunta, quesito |
| Revisor | Participante responsável por analisar as dúvidas freqüentes e erros comuns na resolução de avaliações, podendo sugerir modificações aos autores | |
| Solução | Resposta correta de uma questão. Faz parte do gabarito | Template |
| Sugestão | Anotação, criada pelo autor ou pelo instrutor, fornecendo explicações e referências adicionais sobre uma questão | Dica |
| Teste | Avaliação formativa, na forma de uma ferramenta ou técnica, destinada a avaliar o desempenho do aprendiz e suas habilidades intelectuais. Pode ser utilizado para auto-avaliação, por meio de questões objetivas | |
| Tópico | O menor elemento de um curso que pode ser atribuído para um aprendiz. Um ou mais tópicos podem formar uma unidade de estudo. Estes dois termos diferem no ponto de vista: ``tópico`` reflete o ponto de vista do projetista, enquanto ``unidade de estudo`` baseia-se na perspectiva instrucional | Assignable unit |
| Tópico recomendado | Tópico que é considerado necessário para melhor compreender um outro tópico. O estudo prévio pode ser obrigatório ou opcional | |
| Unidade de estudo | Unidade de instrução que inclui conteúdo de aprendizagem e objetivos de aprendizagem associados, podendo conter uma parte de avaliação do aprendiz. É projetada para ser dominada em um esforço contínuo. Composição de um ou mais tópicos e/ou avaliações. É objeto de estudo de aprendizes e foi criado por autores. | Lição, módulo |
Para entender bem um texto - Construindo um fichamento

Mapa Conceitual - Um caminho para a aprendizagem

O que são mapas conceituais?
Segundo Novak e Cañas, Mapas Conceituais são ferramentas gráficas visando a organizar e representar o conhecimento. São estruturados a partir de conceitos fundamentais e suas relações. Usualmente, os conceitos são destacados em caixas de texto. A relação entre dois conceitos é representada por uma linha ou seta, contendo uma "palavra de ligação" ou "frase de ligação". Sendo assim, Mapas Conceituais têm por objetivo reduzir, de forma analítica, a estrutura cognitiva subjacente a um dado conhecimento, aos seus elementos básicos.
Os Conceitos ligados por frases de ligação formam "Proposições", que representam as unidades fundamentais do conhecimento, as unidades semânticas que compõem a Estrutura Cognitiva.
Mapas Conceituais são estruturados a partir de uma Questão Focal e a ela se relacionam. A Questão Focal representa o contexto do problema que pretende-se compreender ou representar. A Questão Focal determina, de forma específica, o domínio do conhecimento a que se relaciona o Mapa Conceitual, bem como a abordagem. Uma característica fundamental dos Mapas Conceituais é a sua estrutura hierárquica, partindo dos conceitos mais gerais posicionados no topo da estrutura, para os conceitos menos gerais em sua base. Tal estrutura, naturalmente, dependerá da Questão Focal que o Mapa Conceitual pretende responder.
Mapas conceituais podem ser representações da estrutura mental subjacente ao indivíduo ou uma representação do próprio conhecimento. Podem assim ser utilizados em processos de ensino-aprendizagem tanto na pré- e pós-avaliação conceitual do indivíduo, quanto na apresentação global da área de uma área do conhecimento.
Quem somos nós?
Sou Fabiana Rosa casada, mas não tenho filhos. Licenciada em Pedagogia e Matemática, atualmente atuo como professora de 2º Período - Educaço Infantil em uma escola particular e também matemática para duas turmas de 6º ano da rede municipal. Pratico futsal, jogo para um time que se chama Macro e também represento minha cidade em alguns campeonatos. Adoro trabalhos manuais, como painéis decorativos e artes em geral.
Sou Jaqueline Guimarães, 33 anos, professora, filha, esposa, musicista, dedicada e amorosa.Sou casada há 4 com o Haroldo, nosso colega na TICEF, ainda não temos filhos.Dedicamos nosso tempo ao trabalho, a família, e aos estudos.Atualmente trabalho na E. M. Professora Leonilda Montandon - Araxá , MG, no cargo de Técnico da Educação – secretária escolar e Professora da Educação Básica – 1º Ano da Alfabetização.
Sou Edna Souza graduada em Matemática e pós-graduada em Informática Educativa pela UFLA (Universidade Federal e Lavras). Trabalho com Informática Educativa há mais de uma década e considero fantástico a possibilidade que a tecnonologia oferece aos alunos de toda e qualquer parte do país terem a oportunidade de usufruir da qualidade de ensino.
Sou Cristiano Valeriano da cidade de Juiz de Fora.Sou Carlos Dias da Silva da cidade de Araxa...Estudante do curso de TICEF buscando aprimoramento nas tecnologias e na vida profissional de um modo geral.
Se um viajante numa noite de inverno - Vale a pena ler esse livro de Ítalo Calvino
TRILOGIAS: FILMES SOBRE EDUCAÇÃO E UM DEBATE INESGOTÁVEL
brasileiros como “Sociedade dos Poetas Mortos”, narra um drama
que se desenrola em meados de 1959, num internato masculino chamado Academia Welton. Tem como temática principal um modelo de escola marcado por concepções de tempo adequado a cada função e espaço racionalizado, aproveitando para fins de educação
tradicional. A história se inicia com uma solenidade, na qual assistimos a
entrada de alunos, impecavelmente vestidos de forma clássica e austera. Entram
por um corredor central e passam pelos presentes empunhando estandartes com o
brasão da instituição. O tom solene é reforçado pela entonação de um hino
escocês indicando a valorização das heranças colonizadoras.

Nas primeiras cenas, o diretor da instituição, profere um discurso, enfatizando os cem anos
de fundação daquele lugar, com garantia de um ensino apoiado em princípios de
tradição, honra, disciplina e excelência. Esses princípios justificam a escolha
dos pais em enviar seus filhos aquela escola que é concebida como uma condição
para o ingresso às melhores universidades.
Em seguida, apresenta as credenciais do novo professor, John Keating
(Robin Willians), cuja formação se deu
naquele local e sua profissionalização nas melhores faculdades da Inglaterra. No cotidiano, todos os espaços físicos
auxiliavam para que se estabelecesse o modelo dominador. O estilo pedagógico
adotado, tradicional, produzia um saber específico: o científico, pois cursos
como Medicina, Direito e Engenharia eram valorizados. A Literatura, a Arte
Dramática e os saberes populares postos à margem. Isso fica bem marcado numa
cena em que o aluno Neil (Robert Sean Leonard) não consegue contestar o pai que
exige que deixe as atividades como redator do anuário escolar ou, ainda, quando
o pai aborda-o depois de descobrir que esta participando de uma peça teatral. O
longa metragem mostra-nos espaços definidos para a prática de cada ação, numa
relação binária: dormir-quarto, rezar-capela, comer-refeitório, ler-biblioteca,
higiene-banheiros etc. O relógio da capela e a sineta nos remetem a rigidez,
hora definida, tradição. Outro espaço evocado para privilegiar a tradição
inglesa é a exuberância da natureza: extensos jardins, as árvores altas,
fixando uma identidade que se impôs nas terras colonizadas americanas. As cenas
da arquitetura do prédio e a imagem de um grande lago destacam-se, porque
compõem um ambiente tranqüilo, afastando do movimento urbano. Faz-nos pensar em
condições que impedem qualquer possibilidade de dispersão do objetivo maior: a
concentração de esforços para um desempenho excelente, afastando-os do contato
com as “coisas” da cidade. Porém, notamo-os em cenas de deslocamento de um
estudante a fim de visitar os amigos de seus pais ou, quando se utiliza de uma
bicicleta aproximando-se de outra realidade: a representada pelo movimento de
jovens de um time, o barulho e a coreografia de uma torcida feminina organizada
pelos membros de uma outra escola, onde rapazes e moças compartilham aulas
dadas conjuntas e, também uma festa onde há bebida, jogo e dança. Além disso, a
obra apresenta um internato masculino, onde há divisões de gênero. As mulheres
não participam. As mães apenas aparecem nos momentos de despedida e em cenas
coniventes com o autoritarismo paterno. A razão masculina prevalece sobre a
emoção feminina, representadas no diálogo do aluno Neil com seu pai na escola,
quando esse lhe fala da decepção e tristeza que irá causar à genitora, se
insistir nessas idéias de abandonar o ingresso no curso de Medicina para cursar
Arte Dramática. Esse tipo de idéia coloca ambos como pólos opostos nas
relações, reservando para o ser feminino um lugar com menor poder. A mãe foi
representada como símbolo de mulher a qual permite que o marido use argumentos
para justificar a pressão sobre o filho, obrigando-o a decidir-se
profissionalmente conforme seu desejo. No clímax, Neil élevado à casa do pai,
o qual comunica que será retirado do Colégio e terá que ingressar na Escola
Militar. Nesta cena, a presença materna é frágil, silenciosa e nula, tanto na
expressão como em posições. Devido a essa opressão paterna e omissão materna, o
rapaz impossibilitado de realizar suas metas, comete suicídio. Contrapondo-se a proposta de ensino
estabelecida, o professor Keating introduz um novo ideal pedagógico. Para ele,
a educação deveria se confundir com o próprio processo de viver. Em suas
palavras vemos a manifestação desse ideário: “Carpe Diem”. Notamos, também, o
encaminhamento de suas propostas de ensino que contrastam com as vigentes, as
quais são tomadas pelo diretor como heterodoxas, uma vez que o professor se
utiliza de outros espaços não convencionais para propor atividades diferentes,
buscando por uma convivência mais democrática e afetiva com seus educandos.
Cenas como as que encorajam a subir seus alunos na mesa, falarem alto para
colocar fora o “bárbaro” que habita dentro deles, ou quando os estimula a
arrancar páginas de um livro, referindo-se ao conteúdo destas como
“excrementos”, nos indicam um outro tempo de uma outra concepção de espaço escolar,
baseada em princípios modernos de racionalidade. As atividades da caverna,
inspiradas na Sociedade dos Poetas Mortos, podem ser tomadas como indícios de
transformação nas concepções metodológicas e disciplinares da instituição, além
de serem representações de formas democráticas e autônomas de ensinar e
aprender. Logo, o professor Keating é um novo “modelo” de educador, pois tenta
subverter o currículo padronizado e ensinar os alunos a pensarem por si mesmos.
Seus atos revelam uma concepção de ensino ousada. Percebemos através de suas
atitudes, uma crítica à educação tradicional.
Ele é o representante de um novo ideal pedagógico.
MILLER, George. O Óleo de Lorenzo. Drama de longa metragem, baseado em fatos reais. Estados Unidos. 1992.
George Miller é natural de Chinchila, Queensland . Nasceu na Austrália, em 1945. Produtor, diretor, escritor, ator e editor. Teve várias indicações ao Oscar, entre elas obtendo a premiação como melhor realização de edição Mad Max dois (1981), e como filme animado do ano foi Happy Feet (2006).
O Óleo Lorenzo é uma história verídica de uma família que vive normalmente, até que seu filho Lorenzo Ordone com oito anos de idade, começa a apresentar comportamento agressivo na escola. Seus pais ao receberem queixas dos professores, intrigados com o fato que nunca acontecera antes, levam-no ao médico e recebem o diagnóstico de uma rara doença incurável, a Adrenoleucodistrofia (ADL). Não conformados eles iniciam uma intensa batalha cientifica de persistência, dedicação, fé e amor.
Lorenzo então, começa a desenvolver os sintomas da doença que o deixa surdo, mudo, cego, paralítico, incapaz de engolir e com a morte certa dentro de dois anos. A ADL se caracteriza pelo acúmulo de ácidos graxos saturados de cadeia longa que atinge principalmente as células do cérebro, destruindo a bainha de mielina. Esta por sua vez protege alguns neurônios responsáveis por transmitir estímulos nervosos.
Seus pais inconformados resolvem pesquisar para tentar entender como seu filho único estava morrendo aos poucos. Começa uma verdadeira guerra ao perceber que os médicos e pesquisadores não reconhecem os dados encontrados pelos pais por não terem a devida formação acadêmica. Eles passaram dias e noites pesquisando e perceberam que mesmo obedecendo à dieta dos médicos, Lorenzo piorava a cada dia. Diante disso eles continuam cada vez mais persistentes e descobrem um óleo que misturava dois ácidos graxos insaturados, oléico e erúcico.
Os pesquisadores por sua vez não aceitaram, porque afirmavam que era tóxico para humanos. Os Senhores Ordone tiveram dificuldades de achar alguém que quisesse produzir o seu óleo, mas conseguiram e o usaram em Lorenzo o qual apresentou diminuição dos efeitos. Lorenzo não ficou curado, mas também não houve progresso da mesma.
Os pais de Lorenzo fundaram o “Projeto Mielina” uma fundação que tenta concentrar esforços nas pesquisas sobre as doenças relacionadas. Houve também outras crianças que usaram e usam até hoje o óleo de Lorenzo, não havendo progressão da doença, nem chegando a apresentar todos os sintomas, permanecendo normais até hoje. O esforço, fé, dedicação, amor e coragem não foram em vão, pois milhares de crianças são beneficiadas até hoje. O Senhor e Senhora Ordone foram homenageados por sua contribuição á ciência.
Percebemos que esta obra nos traz um relato dos conhecimentos teológico, filosófico, popular e cientifico. Uma família com base religiosa, que tem fé em Deus traduzida pela esperança. A filosofia de vida traduzida pela perseverança. Que independente da dedução humana se embasa na pesquisa cientifica para buscar a direção para o seu terrível problema.
História verídica, que traz a sociedade um conflito entre a vontade de fazer viver alguém amado e a dura realidade da ciência, com seus objetivos que muitas vezes não se estendem a preservação da vida humana. Existem pessoas que se filiam a ela para ter lucros próprios em nome do bem.
Um drama emocionante por ser baseado em fatos reais, nos leva a uma profunda reflexão de valores pessoais, prioridades, do valor humano. Vale a pena conhecer essa história, pois é uma lição de vida, respeito a ela, ao ser humano e superação de limites em busca do desconhecido. Devemos sempre priorizar as pessoas, porque coisas são coisas, e pessoas são vidas.
Está chegando a hora
A distância é um grande obstáculo de comunicação, mas serve de experiência para
trabalhos futuros que serão desenvolvidos por todos os alunos do TICEF.
A educação é um assunto amplo que se faz presente desde o momento em que acordamos até o
findar do dia...
Somos apenas mais um nesse imenso mundo da aprendizagem...Façamos a diferença deixando nossa marca de contribuição e de sucesso na vida das pessoas...
Otimo fim de trabalho para todos nós...


